A chuva está chorando,
e, o poeta, está definhando.
Aquele que correu descalço
agora calça o sapato, e vai,
vai enfrentar a despoesia do dia.
Toma seu guarda-chuva, que
antes viu de chocolate,
com os olhos brilhando,
hoje são pretos de pano.
Corre para seu carro,
no passado de madeira,
agora de metal frio... frio.
Naquela mesa cintilante de cor mogno,
que já pareceu um trono, mas não é nada.
Nada além de aparência, além d'uma mesa.
Cansou de tudo aquilo e puxou uma folha em branco.
E a chuva continua chorando,
e o coração ainda apertando.
A inspiração indo, e vindo,
ou vindo, e partindo.
E fez denovo aquela poesia que fazia.
quando o poeta ainda vivia,
fez por distração, devaneio do dia.
e, o poeta, está definhando.
Aquele que correu descalço
agora calça o sapato, e vai,
vai enfrentar a despoesia do dia.
Toma seu guarda-chuva, que
antes viu de chocolate,
com os olhos brilhando,
hoje são pretos de pano.
Corre para seu carro,
no passado de madeira,
agora de metal frio... frio.
Naquela mesa cintilante de cor mogno,
que já pareceu um trono, mas não é nada.
Nada além de aparência, além d'uma mesa.
Cansou de tudo aquilo e puxou uma folha em branco.
E a chuva continua chorando,
e o coração ainda apertando.
A inspiração indo, e vindo,
ou vindo, e partindo.
E fez denovo aquela poesia que fazia.
quando o poeta ainda vivia,
fez por distração, devaneio do dia.
"A ciência não se limita a admirar a arte, sempre busca explicá-la."
Muito bom esse seu poema Japão!!
ResponderExcluirCurti ^^
Vlws renas =D
ResponderExcluir