segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A volta do cão arrependido

Fui linkar o blog a um amigo e decidi passar por aqui e escrever algo (in)útil. Pra falar a verdade eu nem sabia mais como se logava nessa lazarência. Vamos ver o que sai da minha tentativa nada poética no dia de hoje.

<poema>

Não a nada como sentar no canto do quarto
em uma manhã de primavera, um cadico fria,
tomar um cafézinho quente e ler um bom livro.
Depois disso, quem sabe olhar algumas fotos.

Das fotos nascem lembranças, das lembranças
sentimentos, dos sentimentos, emoções,
das emoções, doces e travessuras,
amarguras, lágrimas
amargas.

Olha que saco, chorei em cima do café,
Agora ele está agri-doce.
Acho que vou pegar outra xícara,
Já me basta a multiplicidade de sabores da vida.

Gosto do café doce.

</poema>

Enfim, não gostei do texto, mas foi o que saiu hoje.
Beijocas a todos.

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